Em tempo de racionamento de água, condomínios trocam sistema de descarga e reduzem até 50% de seu consumo

Edifícios novos ou velhos, comerciais ou residenciais. A ordem para todos é economizar água. Pois é, se o consumo consciente não se deu até o momento por uma questão cultural, o racionamento de água começa a imprimir a necessidade de medidas urgentes de contenção. Por isso, condomínios de casas e prédios tem investido em um recurso bastante simples e barato e que não apenas tem gerado redução importante do consumo de água, como também na conta do final do mês: a troca da válvula de descarga do banheiro.

Para se ter uma ideia da economia gerada, em sistemas antigos o gasto médio de água pelo acionamento da descarga é de 12 a 40 litros, e com o acionamento via válvula dupla o consumo é reduzido em até 50%, de acordo com a necessidade de uso. O sistema de válvula dupla pode ser instalado tanto em paredes (válvulas de descarga convencionais), como em caixas acopladas.

O kit conversor da Deca Válvula Hydra Max para Sistema DUO tem o valor médio de R$ 85,00. Para as caixas acopladas o sistema completo da Censi, incluindo o mecanismo de entrada, custa por volta de R$ 110,00.

Um de nossos clientes ilustrou os resultados do sistema, em matéria do portal G1 desta semana. Neste condomínio de prédios, localizado na Barra Funda, em São Paulo, realizamos a troca de 551 válvulas das caixas acopladas nos 324 apartamentos e áreas úteis do condomínio, resultando na redução da conta de água de R$ 22 mil para R$ 7 mil/mês. É importante lembrar que o condomínio também fez reparos em vazamentos.

Para saber mais a respeito dos produtos acesse http://bit.ly/1kl7IBY ou consulte-nos pelo telefone 11 3050-6578.

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Confira a matéria completa do G1 – http://g1.globo.com/sao-paulo/blog/como-economizar-agua/post/como-economizar-instalando-valvula-de-descarga-com-duplo-acionamento.html

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ABNT cria novas regras para reformas

Associação Brasileira de Normas Técnica publicou no dia 18 de abril novas regras para quem pretende fazer reformas. Trata-se da NBR 16.280/14 – “Reformas de Edificações – Sistema de gestão reformas – Requisitos”, cujo intuito de garantir a segurança e a estabilidade das construções.

De acordo com as novas regras será necessário o acompanhamento de um profissional habilitado, seja um engenheiro ou arquiteto, para o caso de serviços que envolvam instalações elétricas, hidráulicas e ou alteração estrutural. A nova norma só ratifica a obrigatoriedade do acompanhamento do profissional habilitado no CREA.

Serviços simples, como a troca de fechadura, pintura e outros pequenos reparos poderão ser executados sem acompanhamento e caberá ao sindico ou responsável pelo condomínio exigir a documentação para liberar a execução dos reparos que houver a devida necessidade.

A norma surge tardiamente, tentando corrigir o que há muito tempo vemos acontecer de forma errada: “profissionais” sem a devida habilitação executando serviços dos mais diversos, seja em obras novas ou reformas de qualquer monta.

Como exemplo destes absurdos, temos o nivelamento entre o piso da varanda e o da sala para ampliá-la, em que muitas vezes o preenchimento é executado sem levar em conta a sobrecarga que está sendo aplicada sobre a laje. Já pensou qual será a sobrecarga aplicada sobre a estrutura do prédio se todos os condôminos executarem a mesma obra? Essa sobrecarga foi considerada em projeto?

INCC-M Julho 2013

INCC-M – Índice Nacional da Construção Civil referente ao mês de julho de 2013, apresentou alta de 1,96% em relação ao período anterior (1,24%). No acumulado do ano de 2013 o índice já é de 5,61%.

Para quem tem contrato com reajuste através do INCC os números neste ano são preocupantes, pois a projeção é que novamente o valor seja maior do que a inflação.

Construção Civil aponta desaceleração

Mesmo com uma queda de 10,7% em relação ao mês de fevereiro de 2012, a análise da pesquisa feita pelo SINDUSCON-SP e Fundação Getúlio Vargas, sobre a perspectiva do desempenho das empresas da construção, respondida pelos empresários do setor, foi considerada otimista.

Mas uma queda desta grandeza, em um ano que antecede a Copa do Mundo, onde deveríamos estar com o mercado em crescimento ser considerada otimista, é no mínimo, estranha.

O sinal de alerta esta aceso é não é de agora, depois de fechar o ano com um crescimento do PIB de 0,9%, todos os dias vemos noticias sobre os índices da inflação em diversos setores,  da falta de investimento de médio e longo prazo, da crise política, entre outros tantos problemas. Estamos caminhando para o fechamento do primeiro trimestre do ano, é não será nenhuma surpresa se tivermos uma redução ainda maior no crescimento da economia brasileira.

Precisamos é fazer uma análise critica da situação, sem pessimismo, nem otimismo, simplesmente REAL, sem partidos políticos, sem vaidade ou vergonha, buscando a raiz dos problemas, e apontar soluções conjuntas (governo e empresas), para que possamos realmente fazer com que as conquistas alcançadas nos últimos anos não se esvaziem.

Para quem quiser ler mais sobre o assunto, segue o link da matéria da Camila Maciel, da Agência Brasil, replicada a Exame.com.

http://exame.abril.com.br/economia/noticias/indice-de-desempenho-da-construcao-civil-cai-10-7

Anvisa prepara avaliação de restaurantes

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) está elaborando um projeto que deve ficar pronto ainda este ano, para avaliação da higiene nos restaurantes das cidades-sedes da Copa/2014.
Ainda não está definido como será feita avaliação é como serão apresentados os resultados, mas deve seguir o modelo adotado em algumas cidades do exterior que já aplicam esse procedimento, por exemplo, Nova York em que os estabelecimentos recenem notas de “A” até “C”, sendo “A” a nota mais alta é “C” a mais baixa. Como tudo hoje acaba no mundo tecnológico é possível até mesmo via Smartphones verificar a classificação dos estabelecimentos on-line.
A Anvisa já estabelece uma série de normas e condutas para armazenamento, manipulação de alimentos, além de exigir aplicação de produtos específicos nestes locais, como pisos e revestimentos de fácil limpeza, que sejam claros e estejam em perfeitas condições; sistema de drenagem de ralos e grelhas, que devem bloquear a passagens de isentos e outros bichos; geladeiras e câmaras frigorificas, que deve se adequar a diferentes tipos de alimento, entre outras.
Mesmo assim, observamos diversos estabelecimentos em péssimas condições de conservação e manutenção e que não apresentam o mínimo de controle e higiene dos alimentos servidos. Cabe ao consumidor fazer valer o seu direito de visitar a cozinha do estabelecimento, sempre que desconfiar de alguma irregularidade, e reclamar ou até denunciar o estabelecimento. Para isso a ANVISA disponibiliza o telefone 0800-642-9782.

Grelha em aço inox A304

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Piso Kerafloor Gail

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Caixa Econômica Federal reduz juros de financiamento de imóveis

Visando atrair clientes de média e alta renda, a CEF anunciou a redução da taxa de juros para imóveis acima de R$ 500 mil. No ultimo ano a taxa para financiamento com recursos do banco de 8,7 a 9,9% a.a., agora passa a ser de 8,3 a 9,4% a.a. A menor taxa será oferecida aos servidores quem possuam, além da conta-salário, conta corrente e cartão crédito na instituição.

Desta maneira a participação da caixa que hoje já é de 70% do crédito imobiliário deve aumentar ainda mais. Em valores a CEF emprestou R$ 106 bilhões de reais para financiamento de imóveis no último ano, um aumento de 32,5% em relação a 2011.

Vale lembrar que antes de optar por um banco na hora de fazer o financiamento, o cliente deve pesquisar não só a taxa de juros cobrada, mas os custos efetivos do financiamento, que variam de instituição para instituição. Cabe uma boa negociação com o gerente do seu banco para conseguir o melhor negócio.

INCC-M dezembro de 2012

INCC-M – Índice Nacional da Construção Civil referente ao mês de dezembro de 2012, que leva em conta a variação dos preços entre o dia 21 do mês anterior ao dia 20 do mês de referência, apresentou uma variação de 0,29% contra 0,23% em novembro. No acumulado do ano de 2012, de janeiro a dezembro o índice fechou em 7,23%, acima do valor da inflação, que embora ainda não tenha sido divulgado oficialmente, deve ficar próximo dos 6%.

Para 2013 a tendência é que haja uma queda leve, principalmente nos custos de mão de obra e equipamentos, devido a desaceleração no mercado da construção.