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Construção Civil aponta desaceleração

Mesmo com uma queda de 10,7% em relação ao mês de fevereiro de 2012, a análise da pesquisa feita pelo SINDUSCON-SP e Fundação Getúlio Vargas, sobre a perspectiva do desempenho das empresas da construção, respondida pelos empresários do setor, foi considerada otimista.

Mas uma queda desta grandeza, em um ano que antecede a Copa do Mundo, onde deveríamos estar com o mercado em crescimento ser considerada otimista, é no mínimo, estranha.

O sinal de alerta esta aceso é não é de agora, depois de fechar o ano com um crescimento do PIB de 0,9%, todos os dias vemos noticias sobre os índices da inflação em diversos setores,  da falta de investimento de médio e longo prazo, da crise política, entre outros tantos problemas. Estamos caminhando para o fechamento do primeiro trimestre do ano, é não será nenhuma surpresa se tivermos uma redução ainda maior no crescimento da economia brasileira.

Precisamos é fazer uma análise critica da situação, sem pessimismo, nem otimismo, simplesmente REAL, sem partidos políticos, sem vaidade ou vergonha, buscando a raiz dos problemas, e apontar soluções conjuntas (governo e empresas), para que possamos realmente fazer com que as conquistas alcançadas nos últimos anos não se esvaziem.

Para quem quiser ler mais sobre o assunto, segue o link da matéria da Camila Maciel, da Agência Brasil, replicada a Exame.com.

http://exame.abril.com.br/economia/noticias/indice-de-desempenho-da-construcao-civil-cai-10-7

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INCC-M dezembro de 2012

INCC-M – Índice Nacional da Construção Civil referente ao mês de dezembro de 2012, que leva em conta a variação dos preços entre o dia 21 do mês anterior ao dia 20 do mês de referência, apresentou uma variação de 0,29% contra 0,23% em novembro. No acumulado do ano de 2012, de janeiro a dezembro o índice fechou em 7,23%, acima do valor da inflação, que embora ainda não tenha sido divulgado oficialmente, deve ficar próximo dos 6%.

Para 2013 a tendência é que haja uma queda leve, principalmente nos custos de mão de obra e equipamentos, devido a desaceleração no mercado da construção.

Venda de imóveis diminui em São Paulo

A venda de imóveis em São Paulo vem caindo nos últimos meses, tanto no segmento de novos como no de usados. É o que ponta recentes pesquisas divulgadas pelo CRECI/SP – Conselho Regional de corretores de Imóveis de São Paulo e pelo SECOVI/SP – Sindicato da Habitação de São Paulo.

No caso da venda de imóveis novos, houve um recuo de 8,5% no mês de Julho em relação ao mês de junho. Em relação ao consolidado ao ano, a queda em relação ao ano anterior é de 5,1%. Já para os imóveis usados a queda é mais representativa e chega a 32% e na locação 18%, comparando-se os meses de Junho e Julho.

O Presidente do CRECI acredita, no entanto, que a tendência seja de aumento dos negócios nos próximos meses, devido ao grande déficit acumulado no setor. A mesma opinião tem o SECOVI, que estima uma reação do mercado, fechando o ano com alta de 10% nas vendas, número, alías, bem acima dos 2% que o governo projeta para o crescimento da economia no Brasil.

Deixando estimativas e números de lado, o certo é que o mercado imobiliário vive dias de incerteza. Para quem pensa em investir nos setor fica o sinal de alerta, e para quem precisa comprar um imóvel novo ou usado, os preços e condições devem se tornar mais favoráveis.

INCC-M Junho de 2012

Índice Nacional da Construção Civil (INCC-M) referente ao mês de junho de 2012, ficou em 1,31% acima do mês anterior (1,30%). No ano acumulado é de 4,98%. Esse aumento ainda está sendo carregado principalmente pela mão de obra que em geral vem subido em todos os segmentos.

Aumento de patrimônio – Aprenda com o Sr. Aref

A Folha de São Paulo de hoje, 14 de maio de 2012, traz a matéria feita pelos jornalistas Evandro Spinelli e Rogério Pagnan, sobre a evolução patrimonial do Sr. Hussain Aref Saab, que adquiriu 106 imóveis durante os sete anos em que, coincidentemente, atuou como diretor responsável pela aprovação de empreendimentos imobiliários acima de 500,00m2.

Segundo a reportagem, a renda mensal declarada do Sr. Saab é de 20 mil reais e do ano de 2005 até hoje o patrimônio acumulado por ele é de R$ 50mil, o que nos leva a tentar entender sobre contas. Mais do que isso, aprender com o citado como é possível obter resultados tão expressivos.

Para que tiver interesse no assunto, a Folha disponibiliza na TV FOLHA outras informações interessantes.

http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/1089561-diretor-de-kassab-compra-106-imoveis-em-7-anos-veja-video.shtml

Mercado da construção civil desacelera

Novamente o mercado imobiliário apresenta números que confirmam a tendência de redução no crescimento do setor, já que no balanço do 1º semestre das principais empresas do mercado a venda de imóveis novos caiu em relação ao mesmo período do ano de 2010. Algo esperado e que faz com que o mercado volte a sua normalidade, pois o cenário de vendas do ano passado estava fora da realidade. Este ano ainda é esperado mais desaceleração, ainda que moderada, em virtude da “crise mundial”, mas mesmo assim o mercado deverá fechar 2011 com crescimento em torno de 5%. Para quem pretende comprar um imóvel, seja ele novo ou usado, o momento exije cautela e, principalmente, paciência. Paciência para pesquisar e estudar as opções, já que com um ritmo mais lento nas vendas, o consumidor não deve se sentir pressionado a fechar o negocio, com medo de perdê-lo.

Mercado imobiliário desacelera

O mercado de imóveis novos e usados sofreu retração em São Paulo nos quatro primeiro meses deste ano, os principais motivos apontados por especialistas e pelo CRECI-SP(Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo), são a alta de preços do imóveis, o maior endividamento das famílias, o aumento das taxas de juros, entre outros fatores.

A venda de moradias usadas caiu 15,7% em relação ao mesmo período do ano passado, já os imóveis novos tiveram uma queda de 43,7%, e os lançamentos de novos empreendimentos também teve redução de 16,4%. Ainda sim, os especialistas acreditam que esse ano será bom para que trabalha no setor, e que estes números apresentam somente um ajuste a realidade depois do pico ocorrido nos últimos anos.

Esse “ajuste” era algo já esperado por todos, pois os números de lançamento e valores de comercialização do metro quadrado estavam em patamares claramente irreais, resta saber qual será o patamar de equilíbrio e se os compradores dos imóveis na planta, que o fizeram visando um investimento na venda após a construção conseguirão honrar com seus compromissos caso esses imóveis não sejam negociados.