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Cidade de São Paulo diminui participação no lançamento de imóveis

Matéria publicada hoje no jornal Folha de São Paulo mostra o novo cenário do lançamento de imóveis do Estado de São Paulo, onde a capital que, historicamente,é o local de maior número de lançamentos, perdeu força no último ano.

Do total de unidades lançadas até o momento em 2.010, a metade está na capital (49,9%), o que a primeira vista parece muito, já que estamos falando de todo o Estado de São Paulo. Porém, quando observamos este mesmo índice no ano de 2.007, a capital representava 70,3% dos lançamentos.

A reportagem descreveu alguns dos motivos desta queda na região, comopor exemplo, a dificuldade de se conseguir terrenos em São Paulo para novas construções, a demora na aprovação dos projetos, as novas diretrizes que limitam a área total construída, as leis ambientais, entre outros.

Mas não é preciso ser um especialista no assunto para entender que esse é um efeito normal de toda grande cidade, que tem um limite para a sua ocupação. O trânsito, os problemas com o transporte público e tantos outros pontos poderiam ser incluídos para exemplificar este cenário.

Confira a matéria da Folha no link abaixo:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/825888-capital-perde-participacao-e-responde-por-metade-dos-lancamentos-de-imoveis-na-gsp.shtml

Construtoras e o mercado de ações

Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo desta semana, as principais construtoras de imóveis do mercado nacional estariam dispostas a emitir novos títulos após a valorização das suas ações, porém, com maior cautela, já que na euforia vivenciada no ultimo ano, muitas empresas entraram no mercado com tanta sede que acabaram por amargar prejuízos.

 Vale lembrar que em outubro de 2008 cerca de 30 empresas do setor de construção tiveram suas ações desvalorizadas em mais de 70%. Essas empresas, juntas, valiam mais de R$ 50 bilhões de reais, e após a desvalorização ficaram com valor abaixo dos R$ 15 bilhões. Em alguns casos, como INPAR, ABYARA e AGRA a desvalorização foi acima de 90%.

A tendência é que com o crescimento das vendas do mercado imobiliário no 2° trimestre deste ano, mais os números da valorização das ações de algumas empresas neste ano como a Rossi Residencial, que chegou a 188%, seguida pela Gafisa, com 136%, e pela Cyrela Residencial, 105%, as empresas voltem a olhar o mercado de ações como uma possível fonte de captação de recursos para engordar os seus caixas.

Somado a isso, o número de empregos criados no setor, os investimentos previstos pelo Governo Federal em obras de infra-estrutura e moradia, a queda da taxa de juros básicos que deverão em breve chegar de forma real (é o que espero) aos empréstimos, são algumas das noticias que demonstram que poderemos viver dias melhores. 

 Segue o link da matéria do Jornal o Estadão de S. Paulo:

http://www.estadao.com.br/noticias/economia,construtoras-devem-voltar-a-bolsa-mas-com-animo-contido,409768,0.htm